Carreira Dev

31 mai, 2019

The Velopers #19 – Gabriela (D’Ávila) Ferrara

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No The Velopers #19, a desenvolvedora Gabriela Ferrara participa de um bate-papo descontraído e cheio de informação com Rodrigo Pokemao, Community Manager do iMasters.

Gabriela Ferrara fala sobre seu início com desenvolvimento, sua carreira dev, como começou a palestrar fora do país, banco de dados, os eventos dev e como é atuar como Developer Advocate no Google.

A seguir, você acompanha parte da entrevista transcrita. E se quiser assistir ao bate-papo completo, basta acessar o vídeo do canal do The Velopers no YouTube, no final da página.

O bate-papo

Pokemao – Gabi, como você começou a programar? Como foi seu start?

Gabriela – “Foi enraçado, porque eu não tinha computador até meus 18 ou 19 anos. Eu tinha acesso a computadores, mas não tinha um computador próprio. Mas tinha um que ficava na casa do meu pai e eu comecei fuçando. Eu tive que formatar o Windows várias vezes porque eu ia explorando as pastas do Windows e quebrei alguns HDs, também.”

“E eu comecei a ter interesse por web, porque eu queria ter um blog e eu queria customizar. Na época, eu estava fazendo ensino médio. Aí eu mudei para Viçosa, morei um ano em Minas Gerais e comecei o curso de Engenharia Elétrica. Porém, não pude continuar porque eu tinha que trabalhar durante o dia e estudar à noite.”

“Eu sabia ASP, com banco de dados Access. Foi a primeira linguagem que eu aprendi. Aí, eu comecei a mandar currículo em Campinas e coloquei no currículo que tinha feito um ano de engenharia elétrica, era a única experiência que eu tinha. E coloquei que eu sabia mexer com html e ASP. E teve uma empresa que me contratou em Campinas para ser webmaster.”

Pokemao – A Gelera não sabe o que é isso… Chama full stack hoje em dia.

Gabriela – “…com um pouquinho de DevOps…”

“Mas, então, foi meu primeiro contato com PHP, na época. Eu lembro que eu ficava olhando os tutoriais da documentação em português, ara começar a fazer as coisas. E meu primeiro trabalho que foi ao ar era uma integração com RP da empresa, que era próprio, escrito em Delphi, com Firebird.”

“Tanto é, que quando eu comecei a mexer com PHP, não comecei com SQL, eu comecei com Firebird. A nossa integração não tinha uma API para integrar. Eu codava em PHP e fazia as inserções direto no banco. A integração era o banco de dados.”

Pokemao – Que bom. Na minha época, era TXT.

Gabriela – “E na época eu tinha que fazer um formulário autopreenchendo com Ajax, porque não tinha JQuery.”

Carreira

Pokemao – E você arrumou esse emprego em Campinas e continuou trabalhando com web?

Gabriela – “Continuei trabalhando com web. Entrei na faculdade e eu tive condições de arrumar, com um pouco mais de experiência, um emprego melhor. Trabalhei com e-commerce também. Programei com magento por um bom tempo.”

“Essa parte de e-commerce, eu comecei um pouco mais com mercado corporativo. Tinha que fazer integração com RP, sistema de CRM e sistema de logística. Foi aí que eu comecei a me integrar um pouco mais com banco de dados.”

“Eu lembro até hoje minha primeira experiência com SQL. No Frebird, você tem chave estrangeira, você tem generator… mas esses conceitos não tinham no SQL. Eu me questionei ‘como é que se faz chava estrangeira? Isso não é um banco de dados!’ “

“Isso é um TXT melhorado, eu falava. “

The Velopers

Se você quiser assistir ao bate-papo completo com Gabriela Ferrara, basta clicar no vídeo abaixo, do canal do The Velopers no YouTube.