Você
já parou para se perguntar quais são os métodos que os profissionais de
marketing utilizam para atingir o público infantil no meio online? Ou então,
quais são os fatores que tornam a Internet atraente para crianças e
adolescentes?
Algumas
das possíveis respostas incluem:
- Ficar online tem sido
uma atividade comum entre os pequenos; - Crianças têm navegado
sem supervisão de adultos (hmm, isso pode não ser muito bom); - Crianças, hoje, têm um
enorme poder de compra; - Crianças estão mais
propensas a aceitar as informações que encontram, sem grandes
contestações.
Alguns
pontos destacam-se quanto ao papel da Internet como um meio para impactar
crianças e adolescentes:
- A publicidade na Internet não conhece fronteiras nacionais;
- A
Internet trabalha com crianças de forma interativa, permitindo-lhes reagir ao
conteúdo apresentado; - Na
Internet, as empresas criam sua própria programação, construindo ambientes totalmente
online e associando-os aos seus próprios produtos. Assim é possível estabelecer
fidelidade à marca e coletar informações sobre clientes, atuais e futuros; - O marketing online é tão integrado ao conteúdo de um site infantil que as
linhas entre a publicidade, entretenimento e informação são tênues; - Os
anunciantes de Internet podem coletar dados sobre usuários específicos, através
da utilização de formulários de inscrição online, testes e pesquisas – ou
através de cookies, obtendo as métricas necessárias para o entendimento do
universo infantil online.
Vamos
conhecer algumas táticas de abordagem. Dividi em duas categorias: táticas
conceituais (bônus) e táticas online, “operacionais”.
Táticas conceituais
Como
vender o estilo de vida, hábitos e imagens adequadas (dicas tanto para meio
online quanto offline):
- Família/criança/adolescente
ideal: tudo deve parecer perfeito: entrosamento, boas aparências, todo
mundo usando a última moda em Paris. - Diversão em família: o
produto/serviço deve ser encarado como algo que reúne a família, em clima
de diversão e entretenimento. - Testemunho de
celebridades: Se você é criança e seu ídolo lhe diz para fazer algo… Você
vai fazer. E dificilmente vai desconfiar que ele está sendo (muito bem)
remunerado para tanto. - Junte-se à multidão:
Não fique de fora. Lembra do “eu tenhooooo, você não teeeeem!”? Mas não
abuse, esse comercial foi parar nos autos do Conar.
- Fatos e fotos: Se o Tyrone
diz que aquele tênis é bom, então é bom. Mas se você usar estatísticas,
dará ainda mais credibilidade ao seu produto. - Repetições: Compre
batom. Compre batom. Compre batom. Compre batom. - Apelo emocional: Sabe
aquele videozinho que você assiste no youtube e faz “ohnn”? Crianças,
especialmente jovens mocinhas, adoram. - Personagens de
cartoon: dispensa comentários. - O quão Pop você é:
nenhuma criança gosta de ser chamada de “nerd”. Nem os nerds.
(Pessoal,
quero deixar bem claro que não sou a favor e nem contra essas “manobras”.
Estamos falando aqui do que vende e do que não vende. Afinal, marketing trata
de vendas e dinheiro. Se as crianças virarão monstrinhos, é uma outra história).
Táticas online
- Games interativos;
- Screensavers para
downloads; - Postcards para enviar
por email; - Clubes e associações,
em hotsites; - Concursos online;
- Banners para outros
sites do gênero; - Links “envie para um
amigo”.
Para quem sentiu falta de Social Media, veja neste site uma lista interessante com as especificações de idade para cada rede social.
Não
se esqueça de mostrar que seu website ou qualquer outra iniciativa online é
responsável, ou seja:
- Os anúncios online são
facilmente identificáveis; - Pais e filhos entendem
a natureza comercial do website; - Parceiros e
patrocinadores são descritos e expostos com clareza; - Política de
privacidade clara.
That’s
all folks!







