DevSecOps

12 jun, 2001

O Freehand 10 mostra poder e compatibilidade

Publicidade


O
Freehand 10 inclui novas ferramentas que tornam o processo
de desenvolvimento de gráficos bem mais ágil e fácil
para o usuário, como a elaboração de modelos Master
Pages (páginas mestras), que beneficiam, principalmente,
projetos maiores.

Poderosa. Assim é a versão 10 do Freehand,
software de criação gráfica vetorial da Macromedia,
que testamos em sua versão beta 2. O programa, muito
usado por ilustradores profissionais, além de criar
desenhos tanto para publicações impressas como para
a Web, atende a um quesito muito importante: compatibilidade.

O Freehand 10 estará disponível nas plataformas
Windows e Macintosh, incluindo o Mac OS X: a nova geração
de sistema operacional da Apple, que usa a moderna interface
Aqua.

A grande vantagem de usar um software
voltado à ilustração vetorial é a velocidade de desenvolvimento
e as ferramentas específicas mais eficientes do que
um programa editor de imagens. A fácil manipulação de
formas e objetos permite mais agilidade para apresentar
variações de um mesmo trabalho ou adaptações e modificações.

Quem deve se assustar com os poderes
do Freehand 10 é seu maior concorrente direto, o Illustrator,
da Adobe.

Novidades

O Freehand 10 traz muitas ferramentas
que tornam mais ágil o processo de criação. Uma das
principais é a elaboração de modelos e Master Pages
(páginas mestras), que beneficiam os projetos maiores.
Para adicionar sombreamentos, bordas chanfradas e realces
em objetos, o software oferece o preenchimento gradiente
de contorno (Gradient Contour) de forma livre. O resultado
são efeitos profissionais.

A opção Perspective Grids (grades de
perspectiva) também permite criar gráficos em perspectiva
com muita facilidade. No caso de o designer alterar
a grade depois de iniciar o trabalho, a figura vinculada
a ele também é alterada automaticamente, o que economiza
tempo e vários cliques.

Para a Web

Outra boa sacada da Macromedia foi a
Symbols Library (biblioteca de símbolos): um banco de
dados de ilustrações freqüentemente usadas que facilita
a atualização dos trabalhos. Os símbolos também dão
uma enorme contribuição para os trabalhos na internet,
pois reduzem o tamanho de arquivos e agilizam muito
a entrega de Flash – fatores essenciais a desenvolvedores
para a Web.

Ainda no assunto rede, outro recurso
que não poderia estar fora do Freehand é a integração
com os demais programas da Macromedia para publicação
na Web, facilitando a exportação de Flash, arquivos
com as extensões PDF, GIF, JPEG e PNG otimizados. O
editor de URL também permite fazer o hipervínculo. Além
da exportação HTML integrada compatível com o Dreamweaver,
o software de edição HTML do mesmo fabricante.

Requisitos

No teste, a versão beta 2 do Freehand
10 se saiu muito bem e deu apenas um erro: ao tentar
exportar um arquivo grande para PDF o programa travou.
Vale lembrar que a versão testada pelo Informática foi
uma beta (não finalizada), e isso já estará resolvido
na versão final do software, que deve ser lançada no
fim do mês no Brasil. A previsão é de que o preço seja
de US$ 399 e US$ 148 (upgrade). O pacote Macromedia
Flash 5 Freehand 10 Studio (com os dois softwares) deve
custar US$ 499, mas o fabricante faz questão de deixar
bem claro que é um preço de lançamento.

Os requisitos mínimos para a versão
Windows são: chip Pentium ou equivalente, Windows 98,
2000, NT4 ou ME, 64 MB de RAM, 70 MB de HD, Netscape
Navigator 4 (ou superior) ou Microsoft Internet Explorer
4 (ou superior), monitor 800×600 com 256 cores, drive
de CD-ROM.

Para Macintosh, o Freehand 10 requer:
processador PowerPC, Mac OS 8.6, 32 MB de RAM (64 MB
é o recomendado), 70 MB de HD e as demais configurações
iguais às para Windows.

Quem quiser mais informações ou mesmo
baixar uma cópia de avaliação (trial) do Freehand 10,
deve acessar a Macromedia no Brasil em www.macromedia.com/software/freehand.