Mozilla busca operadoras para introduzir o Firefox nos celulares
A Mozilla está negociando com operadoras de telefonia sobre uma provável versão móvel do Firefox, a fim de que o impacto nesse mercado seja tão bom quanto o da sua versão para desktops, em 2004. Até o final do ano, a empresa pretende divulgar uma versão móvel e gratuita para dois sistemas operacionais: tanto Linux↳Linux34 conteúdosKali Linux em um Servidor VPS: como, quando e por que usar?DevSecOps · dez 2024Construindo um Windows Service ou Linux Daemon com Worker Service & .NET Core – Parte 2Dev (Back & Front) · jul 2020Criando uma WebApi utilizando .NET, Linux e VSCodeDev (Back & Front) · ago 2019Ver tudo em DevSecOps → como Windows Mobile para celulares.
Entretanto, a introdução do navegador móvel é vista como uma ameaça por algumas operadoras, já que estas controlam com rigidez o controle de aplicações e serviços, maximizando sua receita pela criação dos chamados “jardins murados”, onde apenas ferramentas pagas podem ser acessadas. Logo, será necessário convencer essas empresas para que elas permitam que seus assinantes baixem e usem o Firefox móvel.
A Mozilla também está pesquisando junto a operadoras que ajudam a contribuir no desenvolvimento do Firefox móvel, da mesma maneira que a comunidade de software livre↳Open source71 conteúdosComo o Open Source Está Liberando o Poder da Automação para TodosDev (Back & Front) · out 2025Código aberto: programadores criam software da NASA sem saberDev (Back & Front) · abr 2021N8N: O que é a ferramenta open source que está revolucionando a automação em TI?Dev (Back & Front) · dez 2025Ver tudo em Dev (Back & Front) → faz com a versão para desktops. Um exemplo é a Nokia. Ela possui versões dos tablets N800 e N810 que rodam Linux, que têm um navegador que utiliza o sistema de renderização Gecko da Mozilla, usado para reproduzir páginas online.
Uma crítica tem sido feita à organização: o atraso no ingresso no mercado de navegadores móveis. Competidores como Opera, Apple, Nokia e Microsoft já oferecem soluções para celulares, mas a Mozilla afirma que o mercado móvel ainda tem um longo caminho a ser percorrido.







