Brasil é o 3º país com mais ataques cibernéticos do mundo; especialista explica como se proteger
Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar no ranking mundial de países mais atingidos por ataques cibernéticos, segundo dados recentes do setor de

Brasil ocupa atualmente o terceiro lugar no ranking mundial de países mais atingidos por ataques cibernéticos↳Leia tambémMais de 3,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos já atingiram o país em 2020DevSecOps · nov 2020, segundo dados recentes do setor de segurança digital. O número crescente de incidentes preocupa empresas e usuários, que enfrentam ameaças cada vez mais sofisticadas.
O especialista em cibersegurança↳Segurança171 conteúdosCibersegurança no Brasil: 6 passos para sair da estagnaçãoDevSecOps · jul 2025O papel do CISO para transformar a cibersegurança em uma alavanca de reputação para as empresasDevSecOps · mar 2024Itaipu Parquetec e Exército Brasileiro realizam exercício de cibersegurança em BrasíliaDev (Back & Front) · set 2025Ver tudo em DevSecOps → João Brasio, apresentador do quadro CiberAlerta, explica que o país concentra 43% de todos os ataques da América Latina, com destaque para ameaças que visam roubo de dados e informações financeiras.
“Os ataques estão mais complexos e direcionados. Hoje, criminosos utilizam inteligência artificial para burlar sistemas de proteção, criar perfis falsos, automatizar invasões e se infiltrar em redes corporativas”, alerta Brasio.
Entre os principais tipos de ataques que atingem o Brasil, estão os Trojans e os Stealers — programas maliciosos criados para roubar senhas, dados pessoais e realizar movimentações bancárias não autorizadas.
“Esses malwares se disfarçam de aplicativos, links ou e-mails aparentemente legítimos. Um simples clique pode permitir o acesso total do invasor ao dispositivo”, explica o especialista.
Com o aumento do uso de ferramentas digitais e do trabalho remoto, o risco de ataques cibernéticos cresceu significativamente. O especialista recomenda medidas preventivas simples, mas eficazes, como:
-
Manter sistemas e antivírus sempre atualizados;
-
Não clicar em links ou anexos desconhecidos;
-
Evitar o uso de redes Wi-Fi públicas para operações sensíveis;
-
Utilizar autenticação em duas etapas e senhas fortes;
-
Fazer backups regulares de arquivos importantes.
“Segurança digital não é apenas um tema técnico, é uma questão de cultura. Empresas e usuários precisam entender que a prevenção é o principal escudo contra o crime cibernético”, conclui Brasio.
Microsoft registra 2.900 logins por minuto em ataque movido por agentes
Microsoft Threat Intelligence divulgou um relatório que assusta pela velocidade. Hackers ligados ao governo chinês invadiram mais de 2.250 ambientes







Redação iMasters





