Nem só de Cisco vive o mercado de redes

Empresas como Juniper, Alcatel, Huawei e Enterasys vêm cada vez mais ganhando fatias de mercado. A Enterasys, por exemplo, possui um portifólio de cursos e certificações que cobrem praticamente todas as áreas de redes e segurança obrigatórias em todas as empresas e que valem a pena dar uma olhada no material para se atualizar.
Baseado em quatro pilares:
- Plan (Planejamento)
- Build (Projetos)
- Support(Suporte)
- Optimize (Otimização)
E em seis certificações:
- ESE ( Enterasys Systems Enginner)
- ESSE-IP/SIEM ( Enterasys Security System Engineer for IPS/SIEM)
- ESSE-N ( Enterasys Security System Engineer for Network Access Control)
- ECIE-C ( Enterasys Certifield Internetworking Engineer for Infraestructure)
- ECIE-IPS/SIEM (Enterasys Certifield Internetworking Engineer for IPS/SIEM)
- ECIE-N (Enterasys Certifield Internetworking Engineer for Network Access Control)
Esse tipo de certificação é muito atraente para o profissional de redes, pois abrange uma área que atualmente possui pouquíssimos profissionais capacitados como especialistas de segurança.
São abordados nas certificações conhecimentos em NAC e IPS/ID, tanto em Lan quanto em Wirelles, o que enriquece o conhecimento do profissional.
Na primeira certificação, por exemplo, a ESE ( Enterasys Systems Enginner), o profissional já adquire experiência para tratar de redes cabeadas e sem fio e com foco em comutação, roteamento, segurança e gerenciamento de redes sem fio.
Mas para quem acha que é uma certificação básica se engana. Para conseguir certificar-se, o profissional precisa ter conhecimentos de fundamentos de rede, classificação de tráfego (QOS), noções de gerenciamento de redes e redes sem fio e um conhecimento básico dos protocolos de redes como OSPF, RIP, BGP, VRRP e PIM.
Vale a pena adquirir esses conhecimentos, e, por falar em segurança, no próximo artigo vamos falar dos conceitos de NAC – Network Access Control.
Até a próxima!
Estamos no Futuro: Carros voam e não temos mais que fazer HTML/CSS
Fábio Akita relata como redesenhou seis sites com Google Stitch, Claude Code e Codex em cerca de um dia. A partir da experiência, analisa a automação do trabalho mecânico no front-end, os limites das revisões por agentes de IA e as mudanças na carreira dos desenvolvedores, com foco em fundamentos técnicos, julgamento e aprendizado contínuo.









Cezar Taurion
José Carlos Macoratti





