As duas ciências: por curiosidade ou por sobrevivência
Uma visa apenas a nos dar mais subsídios sobre o mundo que nos cerca, enquanto a outra objetiva resolver problemas práticos.
é Consultor estratégico de Internet, incentivador de inovação disruptiva digital, publica originalmente em nepo.com.br e divulga no Twitter @cnepomuceno (Twitter) e facebook.com/carlos.nepomuceno, além do canal do Youtube: http://www.youtube.com/user/cnepomuceno
Uma visa apenas a nos dar mais subsídios sobre o mundo que nos cerca, enquanto a outra objetiva resolver problemas práticos.
Quanto mais complexidade demográfica, maior será a tecnológica. Assim, temos que criar um balanço entre nossa capacidade de ser e de usar as tecnologias.
Saber cobrar é uma arte. E há, assim, vários tipos de formas de se cobrar resultados para vários tipos de pessoas em vários tipos de situações.
Teorias são demandas que exigem muito trabalho e atenção e, por isso, é mais fácil escapar para o lado da crônica.
A Internet ainda parece algo intergalático, pois não tem uma teoria e um campo consistente de pesquisa que possa realmente entendê-la.
As organizações devem começar a atender clientes/cidadãos pelo Twitter e Facebook? Muitos acham que sim, eu acredito que não.
A tropa de elite 2.0 não deve ser um setor novo na organização, mas uma articulação em rede das pessoas que passam a ter a capacidade de criar projetos com a nova topologia 2.0.
As tecnologias cognitivas, nas quais se incluem o livro e a Internet, têm um forte poder de melhorar a nossa qualidade funcional de vida.
Não estamos falando de algo opcional, uma metodologia de uma empresa de consultoria que pode ser ou não utilizada, mas um novo mundo para o qual de forma irreversível teremos que estar nele de outra maneira.
O objetivo com projetos 2.0 é simplesmente tornar as empresas mais inovadoras, criando espaços de diálogo e troca com o mundo exterior, o que implica em conversar e mudar, quando achar que faz sentido.