DevSecOps

28 abr, 2016

Jovens com até 24 anos são os alvos perfeitos para hackers

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No último ano, mais de um quarto dos jovens internautas perdeu um dispositivo (17%) ou teve o celular roubado (13%), e terço deles não conseguiu mais acessar suas contas online ou teve a privacidade de seus dados violada. De acordo com a pesquisa da Kaspersky Lab e da B2B International, jovens com até 24 anos perdem seus dispositivos com mais frequência que os mais velhos.

Na média, um em cada sete usuários (14%) teve seu dispositivo perdido ou roubado nos últimos 12 meses. Entre os jovens de 16 e 24 anos, este índice sobe para 26%. Na mesma faixa etária, 83% afirmaram ter sofrido consequências negativas pela perda do celular, resultado um pouco superior à média geral (77%).

Entre as consequências, um terço (32%) tiveram suas contas online invadidas (a média foi de 27%), 25% perderam definitivamente suas imagens e vídeos pessoais e 24% tiveram suas informações pessoais e sigilosas vazadas.

No total, um quinto dos usuários sofreram punições no trabalho, pois o dispositivo perdido ou roubado continha dados corporativos (22%). Além disso, 21% notaram que as informações financeiras armazenadas no dispositivo foram usadas impropriamente.

Quanto às medidas de proteção após a perda ou roubo do dispositivo, 40% das pessoas solicitação o bloqueio do celular à operadora ou comunicaram o incidente à polícia. A pesquisa apontou também que apenas 29% limparam o dispositivo remotamente ou tentaram encontrá-lo usando um software de localização (15%).

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“Os dispositivos móveis tornaram-se fundamentais em nossas vidas, são como amigos que nos acompanham por toda parte. A maioria de nós armazena neles informações sigilosas e pessoais, sejam fotos da família, dados bancários, emails pessoais ou senhas de acesso que usamos diariamente”, destacou Fabio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky Lab no Brasil.

“Quando perdidos ou roubados, os dispositivos transformam-se facilmente em ‘falsos amigos’ digitais. Uma situação como essa é muito mais que um inconveniente, pois pode violar nossa identidade e privacidade. Por isso, é fundamental, no mínimo, usar a proteção por senha, criptografar todos os dados sigilosos e manter os aplicativos de segurança móvel atualizados. O uso de recursos antirroubo incluídos em uma solução de segurança mais abrangente para bloquear o acesso de terceiros, ajudar a localizar o aparelho e apagar seus dados pessoais, se necessário. Essas boas práticas melhoram em muito a proteção dos usuários, mesmo após um perda ou roubo”, acrescentou Assolini.