Especialistas em segurança afirmam que os
criadores das últimas ameaças vêm travando
uma briga fora da rede, cada vez que surge uma nova praga. Além
de insultar seus rivais, eles lançam vírus para
retirar as divulgadas pelos concorentes. De um lado estão
os autores do MyDoom e do Bagle, considerados spammers por dispararem
variantes que deixam brechas nas máquinas infectadas.
Do outro acredita-se ter uma pessoa ou um grupo
responsável pela origem do NetSky. Desde o início
do ano, versões das ameaças passaram a ter uma grande
velocidade de propagação. O MyDoom, por exemplo,
já está na sua sétima variação,
a .G, a qual permite a um hacker controlar o computador da vítima
e depois usá-lo em um ataque contra o site da empresa de
software antivírus Symantec.
Enquanto a última versão o Netsky,
o Netsky.F, tenta desativar versões anteriores do MyDoom
e do Bagle, segundo informações de Chris Belthofftem,
analista da empresa britânica Sophos. O Bagle, por sua vez,
chegou a variante .K, se disfarçando de um e-mail enviado
pelo departamento de tecnologia da informação da
própria companhia.
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