De acordo com uma pesquisa da Forrester Research, realizada nos Estados Unidos, os funcionários vêm utilizando cada vez mais aplicações e aparelhos que não foram aprovados por seus empregadores no trabalho.
Chamado de “Forrsights for Business Technology”, o levantamento revelou que 37% dos entrevistados afirmaram usar seu próprio PC ou smartphone para trabalhar, e que 26% deles usaram seu próprio dinheiro para comprar software ou outra tecnologia.
Além disso, a pesquisa apontou que 15% dos usuários baixaram aplicações não autorizadas em seus computadores de trabalho no ano passado. Destes, 67% usaram de duas a cinco aplicações não autorizadas e 39% disseram usar os aplicativos diariamente ou várias vezes ao dia.
O uso dessas aplicações não autorizadas é uma preocupação crescente nos departamentos de TI encarregados de proteger a rede corporativa de ameaças externas e de aplicar padrões de conduta. Apesar disso, os CIOs estão cientes de que o local de trabalho tem se estendido para além do escritório e que é preciso mais tolerância com os funcionários que usam seus próprios aparelhos para permanecerem conectados em qualquer lugar.
Segundo Lon Anderson, vice-presidente corporativo de TI da ICF International, apesar de empresa prestar serviços para o governo federal dos EUA, ela mudou sua política para permitir que outros aparelhos se conectem a sua, além do equipamento corporativo padrão (BlackBerry). “Nós estamos tomando medidas para executar essa ação de forma segura e com flexibilidade. É uma obrigação, da parte de TI, adaptar-se a mudanças no ambiente”, afirmou o executivo.
Na prática, alguns funcionários tentam implantar mudanças pelos meios adequados: 25% convenceram suas empresas a comprar algo novo e 22% convenceram seus chefes a mudar o modo como executam tarefas no trabalho.
Para Chenxi Wang, vice-presidente e analista da Forrester, a tendência vai continuar porque “é o que o cenário competitivo exige”.
Com informações de CIO
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