O que tivemos de mais interesse em 2012? Quais foram melhores artigos, as opiniões que geraram maiores discussões? Isso é o que você vai encontrar nessa seleção de artigos que fizemos especialmente para você: os melhores conteúdos de 2012. Já que final e início de ano é sempre um tempo propício para fazer um balanço do que passou e o planejamento para o que ainda virá, esperamos que os artigos publicados aqui te ajudem nisso!
Boas festas e feliz 2013! Um abraço da equipe de Redação do iMasters!
Neste artigo eu vou abordar o estudo de um dispositivo que permite a interface direta entre o cérebro e o computador. Ele permite tanto o controle de ações através do pensamento, quanto a leitura e a interpretação de emoções do usuário.
Antes de começar a descrever como trabalhar com o dispositivo, destaco mais uma vez a exclusividade e a iniciativa pioneira do iMasters em abordar assuntos novos como, por exemplo, o material publicado sobre o uso de CUDA para programação de GPU, publicado em uma série de artigos.
A área da computação que estuda como interagimos com o computador se chama HCI (Human Computer Interaction) e é possível notar que os mais variados tipos de dispositivos são estudados devido à grande criatividade dos pesquisadores da área. Os dispositivos que permitem a interface direta com o cérebro (BCI – Brain Controlled Interface), vêm ganhando muito destaque atualmente, especialmente os não invasivos, ou seja, aqueles que não requerem a colocação cirúrgica de eletrodos.
Um destes dispositivos recentemente lançados no mercado se chama EPOC, da empresa Emotiv systems. Ele é um capacete (headset) com diversos sensores que permitem a leitura e interpretação de ondas celebrais de forma não invasiva.

Figura 1. Capacete EPOC, da empresa Emotiv Systems.
Antes de começar a detalhar o que este dispositivo faz, é preciso baixar um pouco a expectativa: ele NÃO faz a leitura de pensamentos como alguns leitores geeks e nerds podem estar pensando. E ele também NÃO vai substituir o teclado, mouse ou outro tipo de dispositivo que utilizamos para interagir com o computador – pelo menos, não por enquanto. Infelizmente, ainda estamos um pouco longe da interface utilizada pelo hacker Case, no clássico da ficção científica Cyberpunk.
Continue lendo e entenda mais sobre interface neural e o dispositivo, que eu pude testar.



