Humanices: em plena sociedade do conhecimento, ninguém tem mais tempo de parar para pensar – Nepô – da safra de 2012.
São eles:
- Encarar a migração para as redes sociais digitais como futuro inevitável, tendo a noção de que quanto mais tempo demorar, maior será a taxa de risco e menor o das oportunidades.
- Passar a ver a própria organização como uma grande rede social com problemas de eficiência para inovar e se reinventar diante da velocidade e complexidade de mudanças do novo século.
- Compreender que o novo ambiente de circulação de ideias fará a organização obrigatoriamente rever princípios e ampliar o diálogo honesto com os diferentes stakeholders, a partir de forte mudança cultural induzida pela tecnologia cognitiva, que altera nossa forma de pensar e agir.
- Alinhar tal macro-mudança ao planejamento estratégico.
- Envolver profundamente a alta direção no processo.

- Criar um grupo executivo multidisciplinar e multisetorial para coordenar as ações de implantação entre as diferentes iniciativas internas e externas, que envolve a gestão como um todo e as sub-gestões: de informação, de conhecimento, de inovação, de educação, de comunicação etc.).
- Adotar métricas de resultados que priorizem o aumento da taxa de eficiência, valor e competitividade da própria organização.
- Implantar normas, métodos e tecnologias que tornem obrigatório e involuntário o compartilhamento dos arquivos de trabalho, reduzindo o tempo de recuperação e cada vez mais a reciclagem e a inovação da base de conhecimento.
- Adotar normas, processos, métodos e tecnologias que permitam reduzir o trabalho de baixo valor agregado, com o uso de novos métodos e tecnologias das redes sociais digitais.
- Adotar a sequência de implantação, pela ordem: aumento da eficácia de processos nas sub-redes de ação e de informação, via compartilhamento compulsório e, só então, implantar novas sub-redes de comunicação e relacionamento, através da colaboração voluntária.
Que dizes?

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