KingHost
Canais iMasters

Tendências

Diagnosticando a revolução cognitiva

A revolução da informação veio sem manual de instrução - Pico Iyer - da coleção.


Cientificamente falando, é preciso criar parâmetros mais claros para realizar as medições necessárias para caracterizar uma revolução cognitiva.

É preciso alinhar conceitos e fatos para formar uma teoria que nos ajude a diagnosticar melhor o fenômeno.

É, assim, necessário:

  • Com novos parâmetros e conceitos, aferir se estamos, ou não, em um fenômeno global que podemos chamar de revolução cognitiva;
  • Qual teria sido a última precisamente para não confundi-la com mudanças similares (porém distintas) anteriores. Dessa forma, é possível comparar com mais precisão causas e consequências;
  • Além disso, detalhar que parâmetros são necessários para que possamos diagnosticar com mais e exatidão uma próxima quando surgir.

Podemos já com as pesquisas e as reflexões realizadas identificar alguns fatos que evidenciam o fenômeno. Estamos e estaremos em uma revolução cognitiva quando houver:

  • Surgimento de tecnologia cognitiva com capacidade de reduzir drasticamente o custo da circulação de ideias;

A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora trazem claramente essa redução.

  • A clara dificuldade das instâncias de poder estruturadas de controlar a nova forma de circulação de ideias;

A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora trazem claramente esse descontrole.

  • Surgimento de tecnologia cognitiva que aumenta radicalmente a taxa de circulação horizontal de ideias;

A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora trazem claramente esse aumento.

  • Que seja um fenômeno de escala global (de quase todos os países), e não regional.

A chegada do papel impresso em 1450 e da Internet agora ocorreram nessa escala.


E quais seriam, assim, os parâmetros para a próxima?

Os mesmos quando esses fatores juntos ocorrerem juntos novamente.

Tais parâmetros nos ajudam a evitar comparar o fenômeno atual com outros do passado com características distintas, errando no diagnóstico e, principalmente, nas suas mais prováveis consequências.

O debate científico para se evitar labirintos teóricos em torno do fenômeno deveria assim:

Avaliar se os fatos que ocorrem hoje são os mesmos que os parâmetros apresentados por diversos autores que discutem o fenômeno. Caso não, que outros fatos são relevantes, por que e quais?

Quando ocorreram de forma similar no passado além de 1450? Quando?

Assim, ganha-se tempo, evitando discussões estéreis e passa-se a ganhar tempo dos pesquisadores para aprofundar o que a sociedade, urgentemente, necessita.

Que dizes?


Qual a sua opinião?

Comentários considerados ofensivos serão moderados.

Parceiros

IBM
PagSeguro
Internet Innovation
Dialhost
HostNet
Tecla
KingHost
DotStore
Dinamize