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O Futuro do Mobile está nos aplicativos?

Começar este texto dizendo que o iPhone revolucionou o mercado de celulares no Brasil vai dar a impressão aos leitores de que ele é de 2007 e que está sendo replicado. Essa afirmação é um fato! O iPhone realmente revolucionou a forma como as pessoas usam o celular, o que desejamos nos aparelhos, sem contar a experiência de uso fantástica que ele tem. Não é coincidência ele estar entre os produtos mais desejados do mundo.

Um comportamento básico dos brasileiros era a troca de aparelhos a cada 8 meses. A infinidade de modelos e de fabricantes disponíveis, além das promoções das operadoras ajuda nesse comportamento. Talvez, com o crescimento dos aplicativos, essa tendência de rápida troca de aparelho caia, pois você consegue manter o seu aparelho atualizado via aplicativos. Ou não.

Um dos motivos pelos quais o iPhone é revolucionário são exatamente seus aplicativos, eles permitem que seu iPhone se mantenha atual mesmo que você o tenha comprado em 2007, a versão 3G.

Depois vieram a 3GS e o recente 4G, entretanto, dos mais de 250 mil aplicativos que a loja da Apple, a Apple Store, possui, a grande maioria serve para qualquer uma das versões. 

Hoje, existem milhares de desenvolvedores que criam aplicativos para o iPhone e ganham dinheiro com isso. Uns criam gratuitamente, outros desenvolvem para empresas que optam por deixar o aplicativo de graça para o usuário ou cobrar por ele. A Apple fica com parte desse dinheiro, o que tem sido extremamente rentável para a marca. Recentemente, a empresa lançou o iPad, que tem a capacidade de rodar os aplicativos do iPhone em sua plataforma. Mais um ponto para esse mercado que só tende a crescer.

A Nokia, maior fabricante de aparelhos do mundo, já percebeu que, se não entrar nesse mercado, vai continuar perdendo vendas. Enquanto a Apple tem 250 mil aplicativos, a Ovi Store, loja da Nokia, possui 13 mil. Muito baixo para a Nokia.

Esse é um dos motivos pelos quais a Nokia tem perdido vendas, mesmo sendo a marca que mais possui smartphones (ao menos no Brasil), que é outra grande tendência, a troca de celulares pelos smartphones. A Nokia oferece um vasto catálogo de modelos, mas poucos aplicativos.

Não tenho pesquisa fundamentada sobre isso, mas acredito que aplicativos já começam a ser fator de decisão para a compra de um smartphone.

Como mencionei acima, existem diversos de desenvolvedores criando esses aplicativos. Hoje, se você entrar na Apple Store há aplicativo de tudo! Para jogos, mapas, diversos veículos de comunicação trazendo notícias minuto a minuto, simuladores de instrumentos, aplicativos para localizar restaurantes e bancos ao seu redor, aplicativos de times de futebol, marcas entrando no m-commerce (vendas pelo mobile/celular), redes sociais como Facebook, LinkedIn, Twitter, rádios online… Enfim, há uma infinidade de aplicativos para todos os públicos, gostos e nichos. Bem ao estilo Long Tail.

As marcas começam a entrar nesse segmento para interagir com o consumidor através de conteúdos relevantes gerados para eles. E os aplicativos não chegaram para ser algo passageiro. Vieram para ficar, estão crescendo, o usuário está buscando e as fabricantes apostando. Sua marca ficará fora dessa?

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4 Comentários

Mônica Azevedo

Os aplicativos são mesmo um caminho sem volta, principalmente com o crescimento nas vendas de smartphones. Achei relevante seu artigo. Parabéns!

Alessandro

Achei interessante seu artigo, só acharia válido pra você dar uma olhada em celulares com sistema operacional Android. Se acha o Iphone essa maravilha toda, vai se surpreender com o OS da gigante Google.

felipe javinha

android será o windows dos pcs

Rich Bêto

Sendo realista, acho que os desktops e leptops serão substituidos pelas tablets no quesito uso pessoal. Somente profissionais e desenvolvedores usarão desktops para trabalho.

Sendo visionário, acho que dentro de alguns anos não teremos mais motivos para usar o mouse.

Qual a sua opinião?